Blog do Puntel

TÁ CHEGANDO A HORA!

Puntel

No próximo dia 6 de novembro, será o segundo dia da prova do ENEM/2016. E, além das várias questões que os candidatos têm que responder, estará a prova de Redação. Se o candidato, durante o ano, teve orientação de como realizar o texto a ser redigido, sabe de alguns procedimentos básicos: 


1. O primeiro deles é ler e reler, sem pressa, o “recorte temático” que será pedido. Por exemplo, no ano passado, em 2015, o tema não foi “Violência contra a mulher”, mas, sim, “A PERSISTÊNCIA DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NA SOCIEDADE BRASILEIRA”. É a esse detalhe que se chamade “recorte temático”. Explicando melhor: os candidatos tinham que focar: a. na “persistência”, b. da “violência contra a mulher”, c. “na sociedade brasileira”. Milhões de candidatos não conseguiram, ano passado, uma nota significativa porque não observaram este detalhe importante, o do “recorte temático”. E redigiram um texto vago, pois abordaram apenas a “violência contra a mulher”, e não a “persistência da violência contra a mulher no Brasil”. 


2. O segundo procedimento básico é ler e interpretar os “textos motivadores”. No ano passado, havia 4 textos, que traziam argumentos, dados, vocabulário atinente à proposta temática. E a função desses textos é a de “motivar”, ou seja, os candidatos devem se valer deles. Usando uma expressão bem coloquial, devem “usá-los”.

 


3. É muito comum os candidatos deixarem de lado as informações oferecidas nos textos motivadores, com medo de parafrasearem, ou seja, de “copiarem” o que foi oferecido. Os candidatos precisam mostrar que leram e sabem relacionar os dados, os argumentos ali expostos. É muito comum os candidatos apenas lerem o tema e já iniciarem a confecção do texto. No entanto, não é o que a banca examinadora espera. A banca examinadora espera que eles “usem” os textos motivadores, ou seja, repito, que saibam relacionar dados, discutir as causas e consequências ali expostas.


4. Os candidatos não podem se esquecer também de que têm que propor “intervenção”, ou seja, “solução” para o problema oferecido. No caso do ENEM/2015, qual seria a “intervenção”, ou seja, a “solução” que precisava ser proposta para diminuir, ou extinguir a “persistência da violência contra a mulher no Brasil”? E essa solução não pode ser vaga, inconsistente. Os candidatos precisam propor os “agentes”, ou seja, quem ou que instituições devem intervir. Não se deve esquecer também do “detalhamento”, ou seja, como se dará a intervenção proposta? Se os “agentes” forem a família, a escola e as autoridades governamentais, por exemplo, qual o papel, o que cada um deverá fazer para “intervir” na reversão do problema dado aos candidatos? 


Portanto, seguindo essas dicas, os candidatos estarão de acordo com o que espera a banca examinadora do ENEM e nem precisaremos desejar “BOA SORTE”, já que auferir a nota máxima não é questão de “sorte”, mas de eficiência matemática! 


 


 

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